E se, em vez de aprender ciência através de um livro, pudesse entrar dentro dela, tocar-lhe e experimentar as suas leis?
É esta a proposta dos “Módulos em Fuga”, uma exposição do Pavilhão do Conhecimento onde alguns dos módulos interativos abandonaram as salas e se espalharam pelo edifício, convidando os visitantes a experimentar fenómenos científicos de uma forma inesperada.
Aqui, a ciência não é apenas observada. É experimentada.
Alguns dos módulos mais interessantes são:
- A Bicicleta Voadora (O visitante pedala a cerca de seis metros do chão, mas não cai. A explicação está num contrapeso de 200 kg, colocado na parte inferior da bicicleta, que ajuda a manter o centro de massa do conjunto numa posição estável.)
- A Ilusão da Espiral (Depois de observar a espiral durante cerca de 20 segundos e quando olha depois para uma pessoa ou para a própria mão, pode ter a sensação de que a imagem se move na direção contrária.)
- Bolhas Lentas (As bolhas sobem lentamente porque atravessam óleo, que oferece resistência ao movimento. É uma forma simples de observar o efeito da viscosidade. E há ainda um fenómeno curioso: quando uma bolha maior encontra uma menor, as duas podem fundir-se.)
- Cadeira que Encolhe (A cadeira de Beuchet parece “encolher” a pessoa sentada porque o cérebro interpreta as duas peças como pertencendo ao mesmo objeto. O resultado é uma ilusão de perspetiva que mostra como o cérebro constrói aquilo que vemos a partir da informação visual disponível.)
No “Módulos em Fuga”, cada experiência é também um convite para fazer uma pergunta: porque é que isto acontece?
